Priscilla Lourenço, Prika Lourenço, Prika, Pri, P… qualquer uma e todas elas.

Nasci em época de reflexões e atitudes intensas, de seres apaixonados pela vida, pela pátria, pelo universo.

Era 1979, ano de rupturas, da morte dos velhos e nascimento de novos padrões e pensamentos. Teve o empoderamento feminino na Grã-Bretanha; Nasce a República Islâmica; Quem estava exilado volta para o Brasil (Anistia); Ditadura militar no início do fim. Era ano de música, ano de poesia, ano de dançar antes a DISCO acabasse.

A música esteve desde sempre em minha vida, a bicicleta conheci aos 03 anos. Antes disso era a “motoquinha bandeirantes”. Ouvir música em volume estratégico e pedalar em volta de casa era um hábito comum enquanto criança. A idade avançou, assim como o hábito também. Hoje além de ouvir, também faço música, e o quintal da minha casa também cresceu. À volta no percurso agora dura mais que o tempo de uma canção.

Então respondendo a pergunta SOBRE. Eu sou o que me compõe. O que me compõe é o que respiro. O que respiro nem sempre é o que preciso. O que preciso nem sempre é o que quero. O que quero nem sempre é o que gosto. O que gosto nem sempre é o que é certo.

E assim eu vou levando, seguindo eu vou levando, às vezes devagar pra não correr o risco de chegar antes da hora.

Sobre a Prika Lourenço [Foto Perfil]

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